quinta-feira, 19 de abril de 2012

ENTRE MUNDOS




Eu sou como dizem
Um livro aberto
Estou sempre em exposição.
Sou o que você vê
Sou lógica, razão
Sou pura emoção
Sou toda coração.

Sou o que ainda não existe
sou alegre, sou triste.
Sou raciocínio e confusão
Sou o que ainda virá a ser
Sou ser humano em evolução.

No lado que me desconheço
ninguém me vê, despareço!!
Mergulho no meu interior
Nado em mares de paixão e furor,
De solidão e de amor.
Presto mais atenção,
E chego a conclusão.
Que já nem sei o que procurava
Pois, ao olhar de perto, não me falta nada.

Sou mulher, sou menina,
Sou centelha Divina,
Sou uma parte de Deus
Em plena integração.

Andrea - 10/03/2012 - 17:10 no ônibus de volta para casa
Dedicado aos meus amigos de Libras e ao meu Sagrado Interior

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Mulher Heróica e Mãe







As mulheres se encontram, por vezes, um pouco confusas, pois se realizaram profissionalmente e descobriram que falta algo, um vazio, que só pode ser completado ao encontrar a Si Mesmo, ao Self, sua parte única, porém ligada ao Universal, sua parte Divina.
A mulher em sua rotina pode encontrar realização, fazendo sua jornada heróica e trazendo do seu Self as mensagens necessárias para lhe mostrar o que é preciso melhorar, transformar ou apenas enxergar em sua vida. Aprender que a realização é de dentro para fora e não o contrário.
Muitas se realizam na função da maternidade, que é uma tarefa árdua, para a vida toda, dar à luz, educar um filho, torná-lo responsável por sua vida, mostrando como a maternidade é Divina e Heróica. Se o filho ou filha,  enxergar essa divindade e força em sua mãe, provavelmente irá se dispor a essa jornada ao Self, para poder encontrar dentro de si também essas qualidades.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Palavras de Jung


"Não se deveria procurar saber como liquidar uma neurose, mas informar-se sobre o que ela significa, o que ela ensina, qual sua finalidade e sentido.
Deveríamos aprender a ser-lhe gratos, caso contrário teremos um desencontro com ela e
teremos perdido a oportunidade de conhecer realmente quem somos.
Uma neurose estará realmente “liquidada” quando tiver liquidado a falsa atitude do eu. Não é ela que é curada, mas é ela que nos cura.
A pessoa está doente e a doença é uma tentativa da natureza de curá-la."









      Carl Gustav Jung
    (A Situação Atual da Psicoterapia, 160-161)

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Psicologia e religiosidade


Quando surgiu a idéia de ter um espaço para dividir meus pensamentos com outras pessoas através da internet, era só a intenção de compartilhar.
Decidi que escreveria sobre coisas que gosto: psicologia Jungiana que sou pós-graduada e sobre religiosidade como tive contato nos estudos de Jung. 
A graduação da psicologia não foi muito bem o que eu esperava, entrei na Universidade à procura de um senhor chamado Jung, que estudava inclusive as religiões, sabendo que a religiosidade é inerente ao ser humano e importantíssima no processo de terapia e individuação. Parti em busca dele em uma pós graduação.
E aí sim, as coisas começaram a ter sentido, a minha monografia foi sobre os complexos que se manifestam através da Umbanda e a terapia que é realizada.
Havia então encontrado um caminho para aprender sobre as  duas coisas, sem descaracterizar nenhuma delas, juntando-as em idéias  sem misturá-las, complementando-as, cada uma em seu campo de atuação e tratamento, e descobrindo como era importante ter a religiosidade como base para entender as pessoas e como enxergam o seu sagrado. 
Atualmente gosto muito dos conceitos e idéias do Dr. Sérgio Felipe, que demonstra ao mundo o quanto a religiosidade do ser é importante em um processo curativo.
Encontrei então a ciência da psicologia através de Jung com suas idéias maravilhosas sobre religiosidade e encontrei a religião nas idéias de Jung sobre a ciência da psicologia.

Andréa